Seja bem vindo ao Crie a ação já!

Seja uma poesia para acalentar a alma, seja uma música para enfurecer os ouvidos, sejam pinturas em muros para uma possível reflexão, seja uma muda de planta num canteiro de obras, seja qualquer ação que revele uma reação. Não importa se ela é pequena ou grande, qualquer mínima ação é necessaria para uma revolução. Espero que essa página cause discussão e movimentação, e que assim possamos soltar as armas de nossas almas e plantar flores em nossos canhões.

"O SER DO MUNDO É A ATIVIDADE."

Saudações

Revolução, amor!

terça-feira, 6 de março de 2012

PARA A CARAVANA SERES DE LUZ

Depois de muito tempo sem postar, pela correria e por várias outras falhas na minha conjectura . Me aparece algo que acende o fogo da vida, a vida bem vivida, o que se aproxima de uma vida digna pra nós. Ou a busca por ela. Nada faz mais o meu coração palpitar do que a ação: viajar. E quando é de bike, aí pronto, o negócio me apaixona. Vai sair uma caravana de bicicleta numa rota incrível até a Patagônia do Chile, levando junto ao pedal vivencias e aprendizados permaculturais. Nada melhor do que apresentar por onde se passa maneiras diferentes de se viver a vida, construir, reciclar, reutilizar ou melhor, AMAR. Nada melhor do que mostrar além da chegada de ares de outros lugares pras pessoas da cidade, que outra realidade é possível . Quando a vida bate pouco em nossos corações, e se faz algo para mudar, essa atitude é louvável. Então todas minhas forças, bons pensamentos, vontade de tá junto, e tudo de bom que houver no caminho eu desejo a vocês: CARAVANA SERES DE LUZ! É muito válida e grandiosa essa viagem de vocês. É MUITO HUMANA.
Com certeza vocês serão luz para muitos no caminho, farão a história de muitas pessoas que cruzarem na viagem, serão exemplos para crianças, serão a alegria do dia para a moçada. Muito massa!
FORÇA NO PEDAL!!!

http://caravanasearadeluz.blogspot.com/

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ARROCHA O NÓ QUE A HORA É ESSA

Uma mudança histórica se anuncia. A situação internacional é mesclada de crise global do capital, crises políticas, e crise do imperialismo. Os grandes estão enfraquecidos, afinal, a economia os move, ela é o coração do capitalismo. E o que é a crise econômica? A definição de Daniel Romero, do Ilaese, é bem simples e direta: "A crise econômica, em modo grosso, é a interrupção do processo de acumulação do capital, quando não se consegue obter lucros com novos investimentos". E desde meados de 2006 anunciou-se essa crise, que tem passado por altos e baixos. Ano passado, a lucratividade de alguns países reagiu levemente, fazendo a economia mover-se. Mas, a ameaça de uma nova depressão é constante. Nós, o povo, os trabalhadores, os viventes interessados em outro sistema, têmos a mudança do rumo da história em nossa mãos. Pois, é a luta de classes(dominante/dominado) que vai decidir o curso da crise econômica. Temos que ser mais fortes que os dominantes, e somos, se o que alrmejar-mos for diferente do sonho de um dia tornar-nos motores do capitalismo. Afinal, as saídas são claras: ou reformas sociais, ou contra reformas, ou contra revolução, ou REVOLUÇÃO. Está em nossas mãos. E que seja feito.

"Vem vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer." Vandré, G.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Cannabis Medicinal, Introdução ao cultivo indoor

http://cultivomedicinal.mercadoshops.com.br/

Faça você mesmo, plante a semente da legalização.


Donde já se viu, ser ilegal plantar uma plantinha que só traz bem?

Só nesse sistema fim de mundo mesmo pra acontecer isso.

E você? Vai continuar acreditando nas historinhas que te contam?

Plante

Pense

Mude

Levanta da cadeira,
se quer legalizar,
que tal começar a plantar?
É mais fácil do que esperar a carterinha do Bob Marley na banquinha mais próxima, por que se não, a porra toda vai continuar sendo a porra toda, o governo vai continuar a lucrar, trabalhadores serão ainda mais  explorados, e usuários serão alvo X do mercado '"legal".

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Movimento PP

(A idéia do nome foi dada pelo amigo Davidi, que sempre tem boas idéias) PP = Pinte e plante a cidade.

Vamo nessa, combinar stencil, cor e mudas de árvores na nossa Fortaleza? Quem se habilita?
Depois dessas datas festivas, o PP vai começar a aplicar o terror poético na cidade. Quem tiver afim é só chegar junto, cada um, se preferir faz em casa mesmo seu stencil e aí a gente pode combinar de aplicá-lo pela noite. No caso das mudas, já comecei a preparar as algumas, daí um amigo, Carlos André (Dedé), deu a idéia de cada um fazer um mapinha, afinal cada um tem sua rotina, seus caminhos diferentes pela cidade, e aí quando sair de casa já sai sabendo onde vai plantar a muda. E assim fica mais fácil o negócio se espalhar pela cidade. E como é muito difícil articular para que a galera interessada esteja junto, fica melhor individualizar um pouco o processo. Cada um planta onde achar que é legal plantar. Então é isso, o negócio é fazer. E só pra lembrar as vocês, saiu aí nas estatisticas, que FORTALEZA TEM SÓ 2,3% DE ÁREAS VERDES. Ou seja, O NEGÓCIO TÁ SERIO. O poeta nos diz: é preciso mais do que nunca seguir. Eu digo: é preciso mais do que nunca plantar !!!!!

ENTÃO VAMOS PINTAR E PLANTAR A CIDADE!!!!!

A perfeita consciência ecológica da terceira idade

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:


- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios.

Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts.
A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.

Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos.

O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.

Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.

Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas.

Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?



Fonte: http://reciclavelxdescartavel.wordpress.com/category/meio-ambiente/

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O importante é o que importa

O que importa
é o azul do céu,
se for claro, que tenha nuvens,
se for escurecido,
que tenha estrelas.
O que importa
é o mar,
na infinitude de suas águas,
eu  perco o olhar.
O que importa
é um banho de rio,
depois de passar
na lama do mangue,
nadar como um tupinambá.
O que importa
é o fim de tarde
colorido-embassado
na ponte da Barra.
O que importa
é pescar um peixe
e armar uma rede.
O que importa
são abraços calorosos
e beijos melados.
O que importa
é deitar no ventre da terra
e ver o dia passar
como que feito por ela.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Belo Monte de Bosta

E como a Belo Monte, tem várias outras obras, usinas e o escambau por aquelas bandas e outros lugares do Brasil.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Sobre uma viagem (só pra relembrar o importante que é viajar.)

[São Paulo - Rancharia - Corumbá - Puerto Quijaro - Santa Cruz de La Sierra - Cochabamba - Oruro - Popo - Oruro - Potosi. No dia que escrevi, estava sentada numa sala de um estádio na cidade que eu conheceria de cabo a rabo, e nessa mesma cidade, um grande amigo se apaixonaria por uma boliviana (eu e maguim também nos apaixonaríamos por ela, mas de modo diferente) e até hoje ele está lá, com ela. Depois dessa cidade, deixariamos de ser 10 viajantes e nos tornariamos 4. Mas aí é outra estória.]

Na agenda em que eu escrevia tinha assim:

Para onde seguir, eu vou,
saudade, mochila, pessoas, pensamentos, tudo comigo.
A descoberta natural, meu instinto, meus limites,
minha fome, meu pouco espanhol, meu nada que vira nosso.
Não sou,
somos !
Somos dez fatias repartidas: pão, sala, dormida.
Estrada, da janela se vê,
os olhos não alcançam o que o pensamento quer dizer.
Pachamama faz a terra tremer,
dentro do meu coração,
Treme TUDO!

Todo carinho aos  companheiros: Thicy, David, Mezenga, Dani, Maguim, João, Poste,  Saulim, Caleb, Laura.